Yo Minna-san!
Depois de não postar aqui um bom tempo, voltei pois... PASSEI DE ANO! o/ o/ o/ o/ o/
É! Só estava esperando pra saber o resultado (talvez semana que vem eu não precise ir para a escola e já não terei que fazer as provas)
E para comemorar a minha volta, Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio!
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Os
Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) surgem da
Declaração do Milênio das
Nações Unidas, adotada pelos 191 estados membros no dia
8 de setembro de
2000. Criada em um esforço para sintetizar acordos internacionais alcançados em várias cúpulas mundiais ao longo dos
anos 90 (sobre
meio-ambiente e
desenvolvimento,
direitos das mulheres,
desenvolvimento social,
racismo, etc.), a Declaração traz uma série de compromissos concretos que, se cumpridos nos prazos fixados, segundo os
indicadores quantitativos que os acompanham, deverão melhorar o destino da
humanidade neste
século.
Objetivo 1
- Erradicar a pobreza extrema e a fome
Um bilhão e duzentos milhões (1.200 milhões - mil e duzentos milhões) de pessoas sobrevivem com menos do que o equivalente a US$1,00 PPC por dia – dólares medidos pela paridade do
poder de compra de cada
moeda nacional. Mas tal situação já começou a mudar em pelo menos 43 países, cujos povos somam 60% da
população mundial. Nesses lugares há avanços rumo à meta de, até
2015, reduzir pela metade o número de pessoas que ganham quase nada e que – por falta de
oportunidades como
emprego e
renda – não
consomem e passam
fome.
Objetivo 2
- Atingir o ensino básico universal
Cento e treze milhões de crianças estão fora da
escola no mundo. Mas há exemplos viáveis de que é possível diminuir o problema – como na
Índia, que se comprometeu a ter 95% das crianças frequentando a escola já em
2005. A partir da matrícula dessas crianças ainda poderá levar algum tempo para aumentar o número de alunos que completam o
ciclo básico, mas o resultado serão adultos
alfabetizados e capazes de contribuir para a sociedade como
cidadãos e
profissionais.
Objetivo 3
- Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres
Dois terços dos analfabetos do mundo são mulheres, e 80% dos refugiados são mulheres e crianças. Superar as desigualdades entre meninos e meninas no acesso à escolarização formal é a base para capacitá-las a ocuparem papéis cada vez mais ativos na economia e política de seus países.
- Realizar um evento que vise combater a violência contra a mulher, informando quais instituições atuam no apoio às vítimas de violência.
- Promover uma atividade (esportiva/cultural) em prol da melhoria da auto-estima das mulheres, promovendo a valorização e o respeito em todas as fases do seu ciclo de vida (infância, adolescência, gravidez, maternidade, menopausa e velhice).
- Fazer uma campanha de combate a produtos, serviços e lojas que exploram o corpo da mulher em suas propagandas e comunicações, fortalecendo o senso crítico da sociedade.
- Promover uma campanha para estimular e encorajar as jovens a buscarem seu desenvolvimento socioeconômico, por meio da educação e do trabalho.
- Organizar um fórum de discussão, em parceria com o Conselho Comunitário e a Delegacia da Mulher, para esclarecer a população sobre os serviços públicos em defesa da mulher e a legislação atual.
- Fazer um levantamento das diversas ONGs e de todos os serviços públicos voltados às necessidades das mulheres e divulgar essas informações em pontos de grande circulação ou por meio de visitas domiciliares.
- Promover uma palestra (preferencialmente proferida por um homem) para sensibilizar os homens quanto à divisão de tarefas domésticas, paternidade responsável e intolerância para toda forma de violência contra mulheres e crianças.
Objetivo 4
- Reduzir a mortalidade infantil
Todos os anos onze milhões de bebês morrem de causas diversas. É um número escandaloso, mas que vem caindo desde
1980, quando as mortes somavam 15 milhões. Os
indicadores de mortalidade infantil falam por si, mas o caminho para se atingir o objetivo dependerá de muitos e variados meios, recursos, políticas e programas – dirigidos não só às crianças mas à suas
famílias e
comunidades também
.
Objetivo 5
- Melhorar a saúde materna
Nos países pobres e em
desenvolvimento, as carências no campo da
saúde reprodutiva levam a que a cada 48
partos uma mãe falece. A redução dramática da
mortalidade materna é um objetivo que não será alcançado a não ser no contexto da
promoção integral da saúde das mulheres em
idade reprodutiva. O acesso a meios que garantam
direitos de saúde reprodutiva e a presença de pessoal qualificado na hora do parto serão portanto o reflexo do desenvolvimento de sistemas integrados de
saúde pública.
Objetivo 6
- Combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças
Em grandes regiões do mundo,
epidemias mortais vêm destruindo gerações e ameaçando qualquer possibilidade de desenvolvimento. Ao mesmo tempo, a experiência de países como o
Brasil,
Senegal,
Tailândia e
Uganda vem mostrando que podemos deter a expansão do HIV. Seja no caso da AIDS, seja no caso de outras doenças que ameaçam acima de tudo as populações mais pobres e
vulneráveis como a
malária, a
tuberculose e outras, parar sua expansão e depois reduzir sua
incidência dependerá fundamentalmente do acesso da população à informação, aos meios de
prevenção e aos meios de
tratamento, sem descuidar da criação de
condições ambientais e
nutritivas que estanquem os ciclos de reprodução das doenças.
Objetivo 7
- Garantir a sustentabilidade ambiental
Um bilhão de pessoas ainda não têm acesso a
água potável. Ao longo dos
anos 90, no entanto, quase um bilhão de pessoas ganharam esse acesso à água bem como ao
saneamento básico. A água e o saneamento são dois fatores ambientais chaves para a qualidade da vida humana, e fazem parte de um amplo leque de recursos e serviços naturais que compõem o nosso
meio ambiente –
clima,
florestas,
fontes energéticas, o
ar e a
biodiversidade – e de cuja proteção dependemos nós e muitas outras criaturas neste
planeta. Os
indicadores identificados para este objetivo são justamente "indicativos" da adoção de atitudes sérias na esfera pública. Sem a adoção de
políticas e programas ambientais, nada se conserva adequadamente, assim como sem a
posse segura de suas
terras e
habitações, poucos se dedicarão à conquista de condições mais limpas e sadias para seu próprio entorno.
Objetivo 8
- Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento
Muitos países pobres gastam mais com os
juros de suas dívidas do que para superar seus problemas sociais. Já se abrem perspectivas, no entanto, para a redução da
dívida externa de muitos países pobres muito endividados]] (PPME).
As metas levantadas para atingir este Objetivo levam em conta uma série de fatores estruturais que limitam o potencial para o desenvolvimento – em qualquer sentido que seja – da imensa maioria dos países do
sul do planeta. Entre os indicadores escolhidos estão a ajuda oficial para a
capacitação dos profissionais que pensarão e negociarão as novas formas para conquistar acesso a
mercados e a
tecnologias abrindo o sistema
comercial e
financeiro não apenas para países mais abastados e
grandes empresas, mas para a
concorrência verdadeiramente livre de todos